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segunda-feira, 30 de abril de 2012

PREÇOS SOBEM EM SÉTIMO LEILÃO DA RGGI

Quase US$ 88 milhões foram arrecadados no primeiro leilão trimestral da Iniciativa Regional de Gases do Efeito Estufa (RGGI, em inglês) em 2010 para investimentos em energias limpas.

 

Todas as mais de 40 milhões de permissões de emissão para o primeiro período de controle (2009-2011) foram vendidas a US$ 2,07, uma suave alta em relação ao leilão anterior.

 

Em uma oferta paralela, os estados da RGGI também leiloaram cerca de 2 milhões de permissões para o segundo período (2012-2014) a US$ 1,86.

 

Até agora a quantidade vendida em todos os leilões soma mais de US$ 582,3 milhões que está sendo investida, segundo a RGGI, em eficiência energética e na aceleração do emprego de tecnologias para energias renováveis, criando postos de trabalho especialmente em setores como auditoria energética e instalação de isolamento residencial.

 

O representante da comissão de usinas públicas de Nova Hampshire Clifton Below disse que os programas financiados com recursos da RGGI atualmente apóiam aproximadamente 200 postos de trabalho a tempo integral o seu estado.

 

“Os programas de eficiência ampliados, financiados em parte pela RGGI, devem criar ou manter cerca de 4 mil empregos em Massachusstts ao longo de três anos”, comentou o comissário do Departamento de Recursos Energéticos de Massachusetts Phil Giudice.

 

O sexto leilão da RGGI no início de dezembro de 2010 apresentou uma queda para US$ 2,05 nos valores das permissões de emissão, sendo que no quinto o preço de compensação foi de US$ 2,19/ton e no quarto em junho de 2009 foi de US$ 3,23.

 

A RGGI é composta por dez estados do nordeste dos Estados Unidos, são eles Connecticut, Delaware, Maine, Maryland, Massachusetts, Nova Jersey, Nova Hampshire, Nova York, Rhode Island e Vermont.

 

O primeiro esquema compulsório de mercado norte-americano impõe um limite de 188 milhões de short tons (1 short ton é igual 2000 libras ou 907.18474 quilos) ao ano até 2014 nas emissões de dióxido de carbono do setor energético. A partir de 2015 até 2018 o limite será reduzido em 2,5% ao ano. Fonte: CarbonoBrasil

 

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