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sexta-feira, 1 de junho de 2012

BAN DESTACA SETE PONTOS IMPORTANTES PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

“O ritmo atual das negociações está enviando todos os sinais errados”, analisou o Secretrário-Geral da ONU, Ban Ki-Moon. Segundo o líder, as organizações do mundo devem repensar o atual modelo econômico e criar novas estratégias e políticas de economia verde.

 

A análise foi realizada durante o debate “O Caminho para a Rio+20 e Além”, organizado pela Assembleia Geral, na terça-feira, 22 de maio, em Nova York. No discurso de abertura do evento, Ban lembrou que falta um mês para a Rio+20 e que as negociações para o documento final da cúpula não estão ocorrendo na velocidade prevista. Ele solicitou agilidades aos países.

 

Para o secretário-geral, questões menores estão atrapalhando o avanço. “Não podemos deixar que um exame minucioso do texto nos faça fechar os olhos para uma visão mais ampla da questão”, frisou.

 

Ban Ki-Moon destacou sete pontos fundamentais em que as resoluções devem se concentrar:

 

  • Emprego decente, especialmente para 80 milhões de jovens que ingressam na força de trabalho anualmente;
  • Segurança alimentar e agronomia sustentável. O objetivo deve ser “fome zero” e “segurança alimentar para todos”;
  • Apoio ao acesso universal de fontes limpas e eficientes de energia;
  • Acesso universal a água potável e saneamento, que caminham juntos com a redução de pobreza e metas de saúde;
  • Guia para as políticas de preservação e uso sustentável dos oceanos;
  • Fortalecer instituições que apoiem o desenvolvimento sustentável em todos os níveis (social, econômico e ambiental) e fortalecer o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), além de promover melhor governança interna para o desenvolvimento sustentável;
  • Avançar no processo de definição de metas para o desenvolvimento sustentável para o desenvolvimento global pós 2015.

 

O secretário-geral também comentou que os países não devem perder a oportunidade de criar consenso e englobar a sociedade civil, as autoridades locais e o setor privado para os problemas que o planeta vai enfrentar em conjunto. Fontes: Veja/ EcoD.

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