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sábado, 27 de agosto de 2011

PETROBRAS QUER PRODUZIR BIODIESEL DE OUTRAS FONTES

Uma outra possibilidade bastante atraente para a produção de coco é o interesse da Petrobras pelo óleo de coco, que, no mês passado estava com preço de US$ 1.100,00 a tonelada, no mercado internacional, enquanto a tonelada do óleo de soja está a R$ 2,10. Segundo o engenheiro de processamento da Usina de Biodiesel de Quixadá – que pertence à Petrobras Biocombustível S/A -, Antonio Carlos Sousa de Almeida, há interesse da Petrobras em descobrir qual a matriz de biodiesel mais indicada para o País, principalmente na área de agricultura familiar.

 

Ele diz que, atualmente, a Usina de Quixadá produz biodiesel com algodão, soja, sebo (gordura animal) e dendê, com uma produção de 90 mil toneladas/ano. Esse volume é 88% superior à produção inicial da usina, há três anos, que era de 50 mil toneladas anuais.

 

“Queremos iniciar os testes para produção de biodiesel a partir do óleo de coco, que não é comestível e, atualmente, é utilizado, em pequena quantidade, pela indústria farmacêutica. Há terrenos do Governo Federal, que poderiam ser utilizados para produção de biodiesel de coco, para todo o Brasil”, afirma.

 

A Petrobras anunciou este mês que a Petrobras Biocombustível investirá US$ 2,5 bilhões na ampliação da produção de etanol e biodiesel entre 2011 e 2015. Este volume faz parte do total de US$ 4,1 bilhões destinados ao negócio de biocombustíveis. (BS)

 

Investimentos verdes no setor hídrico geram grandes benefícios para a saúde humana, a segurança alimentar e o crescimento econômico (Revista DAE)

 

Um investimento de 0.16% do PIB mundial no setor hídrico poderia diminuir a escassez de água e reduzir pela metade o número de pessoas sem acesso à água potável e a serviços de saneamento básico em um período inferior a quatro anos  - leia mais

 

 

Ford F-250 bate dois recordes mundiais de velocidade (Correio Uberlandia)

Todos os motores Power Stroke 6.7 turbodiesel podem operar com uma mistura de até 20% de biodiesel

As picapes Ford Série F, veículos mais vendidos da história, acabam de registrar mais uma conquista nos livros dos recordes. A Ford F-250 Super Duty 2011 preparada pela Hajek Motorsports bateu dois recordes mundiais de velocidade, na famosa Bonneville Salt Flats, área desértica no estado de Utah, nos Estados Unidos, tradicionalmente usada para esse tipo de teste. Equipada com o novo motor V8 Power Stroke de 6.7 litros, a picape atingiu 293 km/h usando diesel B20 (com 20% de biodiesel à base de soja) e 275 km/h com diesel comum.

O recorde anterior na categoria de picapes diesel de produção, de 268,5 km/h, pertencia à GM Duramax. Essa categoria normalmente é composta de veículos tunados, com uma série de modificações. Nesse aspecto, a Ford F-250 preparada pela Hajek Motorsports é uma raridade, já que utiliza na maioria peças de produção normal para aumentar a velocidade. Na categoria biodiesel, a marca anterior era de 210 km/h.

Todos os motores Power Stroke 6.7 turbodiesel podem operar com uma mistura de até 20% de biodiesel. Essa característica é importante para o time da Hajek Motorsports, que tem uma história de apoio ao uso de combustíveis sustentáveis. “A competição faz parte do DNA da Ford e, para nós, é natural construir um veículo de corrida que demonstra a sua liderança no mercado de picapes a diesel e biodiesel”, diz Brent Hajek, dono da Hajek Motorsports. “A F-250 é uma excelente picape, com uma capacidade incrível. Estou surpreso como conseguimos atingir esse resultado com apenas algumas modificações.”

Produtor de soja e milho no estado de Oklahoma, nos Estados Unidos, Hajek é um especialista em picapes e biodiesel. Ele tem seis Ford F-250 em sua fazenda e a que mantém para uso próprio, modelo 1997, já rodou mais de 640.000 km.

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