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terça-feira, 12 de abril de 2011

UNIÃO EUROPÉIA QUER PARTICIPAÇÃO DA INICIATIVA PRIVADA

Temendo futuros cortes nos orçamentos nacionais, principalmente nos Estados Unidos, a União Européia recomendou nesta semana que a iniciativa privada providencie boa parte dos US$ 100 bilhões por ano em ajuda climática prometidos na Conferência do Clima de Cancún (COP-16).

 

“Muitas economias irão passar por sérias restrições no orçamento nos próximos anos, assim ficará muito difícil levantar a quantia necessária contando apenas com recursos públicos. Precisamos de novas fontes, em especial da iniciativa privada e dos mercados de carbono”, explicou Olli Rehn, comissário europeu para Economia e Assuntos Monetários.

 

Além de estar se referindo à crise em alguns países europeus, como Portugal e Grécia, Rehn também prevê uma redução na participação dos Estados Unidos e do Japão no Fundo.

 

O presidente Barack Obama nesta semana teve que abrir mão de US$ 38,5 bilhões do orçamento para conseguir um acordo com os republicanos, caso contrário o país ficaria completamente paralisado. Já o Japão sofre com as consequências do terremoto seguido de tsunami e com a crise nuclear, dessa forma dificilmente irá contribuir para o Fundo.

 

De acordo com um relatório divulgado durante a rodada de negociações de Bangcoc, os países mais pobres e vulneráveis com certeza não conseguirão lidar com as mudanças climáticas se não contarem com o financiamento estrangeiro. A União Européia já assumiu o compromisso de entrar com US$ 30 bilhões para o Fundo Climático.

 

Fonte:  Redação TN / Fabiano Ávila, Intituto CarbonoBrasil - Data: 12/04/2011 12:49

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