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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

PRIMEIRO PROGRAMA DE ATIVIDADES PARA INSTALAÇÃO DE FORNOS NA ÁFRICA É APROVADO NO MDL

Primeiro Programa de Atividades (PoA) focando no uso de fornos eficientes na África foi registrado com sucesso sob o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). Este projeto (CDM PoA 5067: Improved Cooking Stoves for Nigeria Programme of Activities),o quinto PoA registrado na África, visa a distribuição de 100 mil fornos na Nigéria nos próximos cinco anos.

 

A expectativa é que se consiga uma redução de até 250 mil toneladas de dióxido de carbono anualmente, o equivalente a retirada de 44.470 carros das ruas a cada ano, com o uso de lenha caindo até 80% segundo o documento de concepção do PoA.

 

O uso insustentável de lenha para abastecer fornos ineficientes é um dos principais condutores de desmatamento na Nigéria. Dentre os outros benefícios do projeto estão a melhoria da saúde respiratória da população, redução dos gastos para as residências e aumento do tempo disponível para atividades geradoras de renda.

 

"Os PoAs podem ajudar a ampliar os benefícios do MDL, especialmente para aqueles países que ainda não tiraram proveito do mecanismo", comentou o presidente do Comitê Executivo do MDLMartin Hession.

 

A partir do registro de um PoA, um número ilimitado de projetos similares pode ser adicionado e administrado ao longo do tempo sem a necessidade de registro de cada um individualmente.

 

A possibilidade de agrupamento de uma série de atividades menores sob o guarda-chuva de um único programa reduz os custos de transação e torna o MDL mais atrativo para os países menos desenvolvidos.

 

Traduzido por Fernanda B. Muller, Instituto CarbonoBrasil

 

Fotos: A lenha é transportada por longas distâncias desde as áreas de florestas mais altas no sul da Nigéria até as outras partes do país, onde quase todas as florestas já desapareceram -Fonte: UNFCCC

 

INT DESENVOLVE MODELO DE PROJETO DE GERAÇÃO POTENCIAL DE CRÉDITOS DE CARBONO NO SERTÃO NORDESTINO

Da Agência Ambiente Energia - A partir de março, seis indústrias cerâmicas da região do Seridó nordestino estarão participando de um modelo para comercialização de créditos de carbono desenvolvido pelo Instituto Nacional de Tecnologia (INT/MCTI). O arranjo, que é um piloto para replicação em outras empresas da região, define aspectos específicos para a certificação dos projetos de redução de emissões de carbono, incluindo a eficiência energética nos fornos e o uso de biomassa renovável. Com isso, as indústrias que estiverem adequadas, diminuindo suas emissões de carbono a partir da otimização dos seus processos, poderão lucrar com a negociação desses créditos no mercado voluntário de carbono.

 

A iniciativa integra o projeto Eficiência Energética em Cerâmicas de Pequeno Porte na América Latina para Mitigar a Mudança Climática (Eela), onde o INT avalia um total de 120 indústrias cerâmicas da região, compreendida entre os estados do Rio Grande do Norte e Paraíba.

Promovido pela Agência Suíça de Cooperação e Desenvolvimento (Cosude) e pela organização não-governamental Swisscontact, o trabalho é desenvolvido paralelamente também na Argentina, Bolívia, Colômbia, Equador, México e Peru.

O objetivo é incentivar medidas para otimizar o uso da energia nessas empresas, bem como reduzir as emissões de carbono e diminuir o impacto ambiental da atividade, desenvolvendo um modelo para ser replicado por outros núcleos produtores de cerâmica da América Latina. No Brasil, coordenada pelo INT, a iniciativa conta com a parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae Nacional), Sebrae/RN, Sebrae/PB, com o Centro de Produção Industrial Sustentável (Cepis), o Serviço Florestal Brasileiro (SFB/MMA) e a Associação Nacional da Indústria Cerâmica (Anicer).

 

O projeto Eela previa em seu início uma atuação nas regiões Norte e Nordeste. O Nordeste acabou sendo escolhido para implementação de um modelo que servisse para uma replicação mais ampla. A partir de meados de  2010, o INT começou a fazer testes de campo em fornos da região do Seridó, avaliando sua eficiência e as possibilidades de redução do consumo de energia, das emissões de CO2 e do impacto ambiental da atividade das olarias locais.

 

Na Região Norte, no estado do Pará, foi realizado um diagnóstico do modelo de fabricação e do uso de energia nos municípios de São Miguel do Guamá, Abaetetuba e Igarapé-Miri. Nesses dois últimos municípios, especificamente, foi detectado um modelo rudimentar, com empresas informais e familiares, sem acesso a energia elétrica, semelhante a situações já trabalhadas pelo projeto em outros países da América Latina. Para esse tipo de olarias, foi recomendado o uso de forno como o tipo catenária, desenvolvido pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ) e avaliado pela equipe do INT. Esse equipamento permite o uso de outras biomassas presentes na região, tais como o caroço de açaí e a casca de castanha do Pará.

 

Na região do Seridó, foram feitos estudos comparativos entre os fornos do tipo caipira, tradicionalmente usados, e o abóboda, onde há melhor aproveitamento da energia e menos emissões. O trabalho também avaliou algumas formas de arranjar as peças cerâmicas no interior dos fornos, visando aumentar a proporção da produção de peças de primeira qualidade. E outra vertente, apontou as soluções de emprego de ar de combustão forçado e de recuperação de calor em fornos caipira, medidas que promovem uma economia de energia.

 

“Os fornos caipiras são abertos e dispersam enorme quantidade de calor e gases poluentes, enquanto a opção em forma de abóboda aproveita melhor essa energia, inclusive a reutilizando para a secagem das cerâmicas”, explica Mauricio Henriques, chefe da área de Energia do INT.

 

Objetivando levar políticas públicas, tecnologias e sistemas de gestão e de qualidade a essas e outras indústria cerâmicas com características semelhantes, o projeto aborda também a questão ambiental. Além de buscar conter as emissões atmosféricas, o trabalho indicou também mecanismos para racionalizar o uso e a extração de argila a ainda modelos para ampliar a oferta de biomassa renovável, evitando o desmatamento e a degradação do solo.

 

“Algumas soluções em uso tem sido a substituição da lenha nativa extraída da caatinga por briquetes de resíduos de biomassa, compostos de bagaço de cana e serragem, ou pelo emprego de podas dos municípios da região e de árvores frutíferas, como o cajueiro”, complementa o tecnologista Joaquim Augusto Pinto Rodrigues,  coordenador do projeto Eela.

 

O projeto Eela disseminou ainda, entre produtores locais, um modelo para ampliar o comércio de créditos de carbono decorrentes das medidas de otimização do uso da energia e dos recursos naturais. O trabalho envolveu ainda o levantamento de indicadores sociais, observando as relações de trabalho e indicando a correção das distorções encontradas.

 

A iniciativa se estende até 2013, com possibilidades de renovação, visando a mudança completa no uso da energia e dos recursos ambientais, nas relações de trabalho e na qualidade da produção das pequenas indústrias cerâmicas na América Latina. (As informações são do INT)

 

 

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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

FRUTAS, saudável e sem contra indicação!



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Movimento ECOS

Quem somos: O Movimento ECOS  não é uma instituição formalizada, uma organização constituída ou uma associação sem fins lucrativos; ele é um difusor de ideias, um propagador de ideais, um multiplicador de propósitos construtivos.

O que disponibilizamos: Reunimos 41 PROJEOS que compõem sete Eixos ou Redes Multiplicadoras de EMPREENDIMENTOS COOPERATIVOS SUSTENTÁVEIS que deverão ser organizados, distribuídos e conduzidos por EMPREENDEDORES COLABORADORES SOLIDÁRIOS.

Contato: Caso sua Instituição queira compartilhar ideias com o Movimento ECOS e empreender programas capazes de gerar recursos e dividendos sociais, contate-nos: movimentoecos@gmail.com


O TOQUE DE MIDAS DA BROMELINA

Quem se interessou pela utilização das fibras do curauá (assunto do Biodiversa na semana passada) vai gostar de saber que os rendimentos da exploração dessa bromélia amazônica podem ser incrementados com a extração da bromelina. O “lembrete” é do ambientalista Roberto Smeraldi, articulador do Balcão de Negócios Sustentáveis da organização não governamental Amigos da Terra, endossado pelo pesquisador Osmar Alves Lameira, da Embrapa Amazônia Oriental, responsável pelo desenvolvimento de uma nova variedade de curauá sem espinhos, mais fácil de colher e processar.

 

De acordo com Smeraldi, “a extração da bromelina amplia o aproveitamento do curauá e pode viabilizar a cadeia produtiva, gerando o ganho de escala necessário ao aproveitamento industrial da fibra”. Ele conta que a bromelina é uma enzima de ampla aplicação na indústria farmacêutica, alimentícia e de sapatos. Pode ser extraída do abacaxi, mas aí gera uma competição com o mercado do fruto, de polpa e de sucos.

 

“Já a fruta do curauá, por não ser consumida, apresenta um potencial produtivo específico muito interessante, visto que o Brasil importa bromelina e o valor de mercado é alto, mais de R$ 3 mil o quilo”, acrescenta o autor do Novo Manual de Negócios Sustentáveis, lançado em 2011.

 

“Economicamente falando, em meu ponto de vista, é mais rentável utilizar o caldo produzido no processamento das fibras do curauá, pois já diminuiria a etapa de extração da enzima do tecido vegetal”, pondera o biólogo e doutor em Engenharia Química, Edgar Silveira Campos, do

 

Laboratório de Processos de Separação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Segundo explica Silveira Campos, as pesquisas para a obtenção da bromelina costumam ser realizadas a partir dos resíduos das indústrias que processam o abacaxi, porque este tem valor comercial. “Nesta linha de pensamento, a utilização dos frutos do curauá é viável, bastando apenas realizar testes referentes às características de suas enzimas”, diz. Porém, se há “intenção de produzir bromelina a partir de todo o curauá, haveria a necessidade de isolamento e comparação das enzimas produzidas nos diversos tecidos vegetais da planta”.

 

O estudo é importante, pois existem diferenças entre os vários tipos de bromelina. No caso do abacaxi, por exemplo, a enzima do fruto, mais usada na indústria alimentícia, difere da enzima do talo, mais utilizada pela indústria farmacêutica. Esta bromelina é muito bem documentada por seu efeito anti-inflamatório e eficácia comprovada na cura de angina, indigestão e problemas respiratórios.

 

No laboratório da Unicamp, estão em curso estudos com a bromelina extraída dos resíduos do curauá roxo e branco, com o objetivo de fazer a caracterização das enzimas; avaliar diferentes sistemas de extração, em duas fases aquosas e precipitação fracionada; testar a estabilidade da enzima bruta e parcialmente purificada, além de analisar a viabilidade econômica da purificação.

 

Os resultados ainda são preliminares, mas as perspectivas são boas. Pelo menos uma indústria alimentícia interessada já fez contato com a equipe de pesquisa.

 

Do ponto de vista dos produtores amazônicos, os sistemas de extração da bromelina em duas fases aquosas, testados na Unicamp, merecem atenção. A tecnologia não é complicada, não exige instalações de grande porte e está ao alcance de investidores locais. “Esses sistemas de extração são bastante utilizados na área médica e nas indústrias químicas”, complementa Siqueira Campos. “Também são adequados para as indústrias farmacêuticas ou alimentícias, possuem baixo custo de produção e de investimento em equipamentos, além de serem facilmente escalonáveis. E seus reagentes são bastante simples de se obter”.

 

Com os níveis de purificação alcançados em laboratório, é possível utilizar  a bromelina em gel, loções e cremes anti-inflamatórios. “Mais um detalhe interessante é que o aproveitamento da bromelina não afeta as outras utilizações da planta”, observa Osmar Lameira. “Podemos acrescentar que a resina descartada serve como ração para bovinos, com cerca de 7% de proteínas, e como celulose”.

 

Em resumo, o curauá parece se revelar como uma “bromélia dos ovos de ouro”. Alô produtores da Amazônia: o que estão esperando para começar a plantar?

Fotos: Osmar

 

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

UNEP RISOE ESTIMA QUE MAIS DE 300 MILHÕES DE RCES DEVEM SER EMITIDAS NESTE ANO

UNEP RISOE ESTIMA QUE MAIS DE 300 MILHÕES DE RCES DEVEM SER EMITIDAS NESTE ANO

 

A previsão da agência de pesquisas das Nações Unidas UNEP Risoe não mudou muito em relação a estimativa do mês passado, calculando que 1,157 bilhões de Reduções Certificadas de Emissão (RCEs) devem estar circulando no mercado até o final de 2012.

Para alcançar este montante, as análises demonstram que cerca de 30 milhões de RCEs devem ser emitidas mensalmente neste ano. Janeiro superou esta média, com 36,2 milhões de RCEs emitidas.

 

Até agora 852 milhões RCEs foram expedidas pelo Comitê Executivo do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) e o índice de sucesso médio é de 94,7%. O pipeline do MDL contém agora 7.692 projetos.

 

O UNEP Risoe constatou que a fatia de projetos de MDL provenientes da China, Índia, Brasil e México finalmente começou a cair ficando em 65% no mês passado. A quantidade projetos de outros países do Anexo I do Protocolo de Quioto sob o MDL está próxima à registrada em 2005.

O mês passado apresentou também o maior número até agora de novos Programa de Atividades (PoAs), com 28 projetos submetidos à aprovação. No total, 231 PoAs foram submetidos até esta data, com 14 registrados, porém ainda não há emissão de RCEs neste segmento do MDL.

O UNEP Risoe oferece tabelas e análises do MDL e Implementação Conjunta, que  podem ser conferidas em seu site.

 

06/02/2012   -   Autor: Fernanda B. Müller   -   Fonte: Instituto CarbonoBrasil/UNEP Risoe

 

 

CARBONO MAIS 'CARO' PODE SALVAR ESPÉCIES

 

Quanto maior o valor de mercado da tonelada de carbono não emitido na atmosfera, mais espécies de plantas e de animais que vivem nas florestas são preservadas.

 

Isso porque o sistema permite que quem tenha preservado suas florestas venda créditos a quem tenha poluído além do que determinam as convenções internacionais.

 

A política começou a ser discutida na primeira reunião do painel do clima da ONU, em 1988. A ideia é que esse tipo de negociação aconteça principalmente entre países ricos (que poluem muito) e os mais pobres (que emitem menos carbono e venderiam seus créditos). A conclusão dos pesquisadores é que quanto mais alto o valor do crédito de carbono no mercado, mais sobrevida ganham as florestas e os animais que vivem nela.

Sem as políticas de crédito de carbono, calculam os cientistas, 36 mil espécies de animais e de plantas florestais seriam extintas até 2100.

Com a tonelada de carbono a US$ 7, valor perto do que é negociado hoje, cerca de 50% dessas espécies seriam preservadas até 2100.

Se o preço subisse para US$ 25 a tonelada, a preservação aumentaria para 94% das espécies florestais.

Para o economista Bernardo Strassburg, do ISS (Instituto Internacional para Sustentabilidade), que coordenou o trabalho, negociar a tonelada do carbono a US$ 25 é bastante factível. "Em 2007, quando o mercado de crédito de carbono estava aquecido, chegamos a negociar a tonelada a US$ 34."

 

De acordo com Strassburg, o IPCC (painel do clima da ONU) considera que até US$ 100 por tonelada são aceitáveis. Hoje, o mercado de crédito de carbono está desaquecido por falta de acordo nas convenções internacionais de clima. Além disso, algumas correntes defendem que os créditos favorecem mais o mercado do que o ambiente.

 

DEPENDE DA FLORESTA

 

Os impactos dos créditos de carbono na preservação das espécies, de acordo com a pesquisa, dependem da biodiversidade da floresta e variam em cada região.

 

"Na Mata Atlântica, por exemplo, a manutenção da floresta reduziria significativamente a perda de biodiversidade do Brasil", disse o coordenador do trabalho.

 

Para o economista, é importante saber quais áreas valem mais a pena serem preservadas para direcionar políticas. Ele lembra que manter as florestas não significa ter menos áreas agrícolas.

 

"Podemos expandir a produção agrícola por meio de novas tecnologias, sem mexer nas florestas."

 

O estudo foi publicado no domingo na revista "Nature Climate Change". Agora, os cientistas planejam ampliar a análise do impacto das políticas de carbono na preservação em áreas não florestais, como as savanas.

 

Fonte: sabine righetti  -  Folha. Com

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domingo, 12 de fevereiro de 2012

A ressonância Schumann e a disparada do coração da Terra






A ressonância Schumann e a disparada do coração da Terra
Em 5 de março de 2004, o ex-padre e teólogo Leonardo Boff publicou no Jornal do Brasil uma surpreendente matéria sobre possíveis alterações na Ressonância Schumann, nome dado a um fenômeno eletromagnético que ocorre na atmosfera terrestre, detectado pela primeira vez em 1952

http://www.aticaeducacional.com.br/htdocs/secoes/atual_cie.aspx?cod=751




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BEM VINDO A REDE DE FORMAÇÃO!

O que objetivamos? Compartilhar a educação real, reunir toda instrução disponível e disponibilizá-la aos que tem vocação para ensinar e humildade para aprender; colaborar na construção de uma formação básica, na pesquisa e desenvolvimento de novos paradigmas curriculares, alicerçada em valores, virtudes e no re-equilíbrio familiar, esportes cooperativos, modernos mecanismos administrativos e novos instrumentos de troca (8 projetos sendo 02 com perspectivas de geração de recursos).

O que disponibilizamos? Oito programas: Pedagogia do Amor, Transformação (revolução) Silenciosa, Coesão Familiar, Secretarias e Conselhos Integrados, Jogos Cooperativos; Consórcio Interativo, Equipe de Aprimoramento das Prioridades Sociais, Co-Operação VIVAH.

O que é a Rede de FORMAÇÃO?  Um dos sete eixos que dão sustentabilidade ao Movimento ECOS: não se trata de uma instituição formalizada sem fins lucrativos; ele é um difusor de ideias, um propagador de ideais, um multiplicador de propósitos construtivos.

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