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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

RJ investirá no mínimo R$1,1 bi em Ciência e Tecnologia até dezembro, diz secretário

A Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Rio de Janeiro deve terminar 2010 com um investimento acumulado em quatro anos de no mínimo R$1,1 bilhão em projetos de ciência, tecnologia e inovação, disse o secretário Alexandre Cardoso durante o evento de 30 anos de atuação da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) no final de março.
Faperj dobra o investimento do programa de apoio à inovação
Rio de Janeiro regulamenta política de inovação e meio ambiente

Cardoso, no entanto, disse que vai buscar recursos extras para poder elevar este investimento para um total de R$2 bilhões.

"Se os municípios inicialmente assistidos pelos programas de inovação e tecnologia para micro e pequenas empresas eram 12, no começo da atual gestão, e, hoje, passaram a ser 76, nossa meta é a de atingir todas as cidades fluminenses", afirmou Cardoso.

A Feira Faperj 30 anos, apresentou os resultados da sua atuação da fundação no fomento à C,T&I à sociedade científica fluminense.

Em sua fala, o secretário de Ciência e Tecnologia do estado, Alexandre Cardoso, destacou a importância aproximar as diversas instituições de pesquisa entre si e com as empresas e afirmou que o evento foi uma forma clara de mostrar onde estão sendo empregados os recursos do governo do estado.

Segundo o secretário, a regulamentação da lei de inovação no início de 2010 deve não só ajudar a expandir o sistema de fomento ciência e tecnologia, mas vai também abrir espaço para novas iniciativas.

"Temos que criar programas estaduais de C,T&I, criar um conselho de C,T&I, e tornar as empresas inovadoras", disse o secretário. "E a Faperj tem esse papel."

A decisão do governador Sérgio Cabral de repassar os 2% da arrecadação tributária liquida do estado para a fundação foi elogiada pelo secretário, pois, segundo ele, administração anteriores não repassavam o total exigido pela lei.

Marques, atribuiu os bons resultados atingidos pela Faperj à comunidade científica e tecnológica e aos recursos estaduais, que são oriundos da arrecadação tributária líquida, o que mudou a capacidade de fomento da instituição.

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Plano nacional de eficiência energética volta à pauta

Voltou à pauta do governo federal a discussão do Plano Nacional de Eficiência Energética. Segundo informação confirmada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) o plano vai sair ainda este ano.

Ufa! Já era tempo. A Revista Sustentabilidade tem falado sobre a iminência deste plano desde meados de 2007, quando surgimos.

Várias ideias já foram veiculadas, inclusive um leilão de eficiência energética pelo qual as empresas que reduzem o consumo podem vender o excedente.

Agora se fala em incentivo fiscal para eletroeletrônicos, pegando como base a experiência da isenção/redução de IPI implementada pelo governo no ano passado para enfrentar a crise financeira internacional.

A Empresas de Planejamento Energético (EPE), apesar de ter funcionários especializados, acredita que não haja uma necessidade de um plano, e sim apenas a inclusão de ações nos planejamentos energéticas decenais (PNDE). No PNDE do ano passado, abrangendo o período 2009 a 2018, foi projetada uma economia de 3% por meio de ganhos em eficiência energética.

Segundo matéria do Valor Econômico, o plano de eficiência energética, deve projetar 10% de economia até 2030. Ou seja, algo como 106TWh que deixarão de ser consumidos. Além disso, o plano estará alinhado com as metas de redução de emissão de gases efeito estufa no plano nacional de combate às mudanças climáticas.

Para a Associação Brasileira das Empresas de Serviço de Conservação de Energia (Abesco) isto é pífio, um resultado que será conquistado apenas com a evolução natural da inovação dos equipamentos eletroeletrônicos, iluminação, informática, bens de capital e melhoria nas redes elétricas.

Os relatórios da EPE mostram que é isso mesmo.

Até agora, o governo brasileiro não tem ido além de algumas ações pontuais, descoordenadas, de eficiência energética sem levar em conta o potencial que um planejamento estratégico possa gerar.

No elenco destas ações estão o Procel, Procel Edifica, Programas de Eficiência Energética da Aneel, o Conpet e, principalmente, o 'apagão' de 2001-02, que reduziu, e muito, o consumo e mostrou o potencial dos incentivos.

Além de incentivos fiscais e o leilão de eficiência energética, o governo deveria pensar bem em geração distribuída, em descontos progressivos nas contas, em subsídios e financiamento subsidiado para estes programas, principalmente para projetos retrofit de edifícios e casas (de onde vem uma grande parte do desperdício de energia) e apoio para a inovação nesta área.

É muita coisa? Na verdade não, basta apenas pensar um pouco nos benfícios, pois o investimento em eficiência energética é sempre uma fração do investimento para construir novas usinas de geração. A UHE Belo Monte, com os seus 11 mil MW, vai custar R$19 bilhões, e vai levar cinco anos para ser construía, ou seja R43,8 bilhões por ano.

Imagina o que poderíamos economizar de energia se forem investidos o mesmo montante em programas de eficiência energética ou P,D&I dentro de um programa coordenado. Talvez nem precisaríamos de Belo Monte.

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Empresa quer lançar biocombustível de microalgas no Brasil até 2015

por Fernanda Dalla Costa — última modificação Jul 29, 2010 07:21 PM
tags: biocombustível de microalgas, Pesquisa & Desenvolvimento, inovação, tecnologia verde, pesquisa & desenvolvimento, ciência, tecnologia & inovação, biocombustíveis, Ministério da Ciência e da Tecnologia, ciência e tecnologia, biocombustível

A empresa Algae Biotecnologia anunciou que pretende lançar comercialmente no Brasil, dentro de 5 anos, um biocombustível a base microalgas, destinado ao mercado da aviação. O projeto piloto está sendo preparado para ter início em 2013.
>Cervejarias dos EUA apostam em combustível caseiro para destinar >Algas podem ser a chave para uma ultra-fina bateria biodegradáve >São Carlos, governo federal e Abimaq investem R$87 mi em centro

O anúncio foi feito no 1° Seminário Microalgas, que aconteceu recentemente em São Paulo, realizado pela própria Algae Biotecnologia, empresa que cultiva microalgas no Brasil. A Algae integra o Grupo Ecogeo, que inclui empresas de remediação ambiental, mercado de carbono e energias renováveis.

Ainda não existe um indústria de biocombustíveis a base de microalgas no Brasil e a Algae está reunindo conhecimentos e tecnologias para iniciar um projeto piloto dentro de três anos.

Segundo o engenheiro agrônomo Sérgio Goldemberg, gerente técnico da empresa, a expectativa é que o biocombustível esteja pronto para entrar no mercado em cinco anos.

As microalgas são microorganismos cultivados inicialmente em reatores onde são alimentadas por nutrientes e CO2 para que sua população dobre a cada dois dias. O resultado é uma grande quantidade de biomassa rica em óleo que pode ser extraído e transformado em biodiesel e bioquerosene para aviação.

Além de serem matéria-prima para a fabricação de biocombustíveis, esses microorganismos pode contribuir para a mitigação do efeito estufa, já que assimilam o CO2 da atmosfera por meio da fotossíntese e seu cultivo pode aproveitar os subprodutos de atividades agrícolas como substrato.

Atualmente, seis pessoas trabalham nos laboratórios da empresa, e em breve mais seis realizarão pesquisas no Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de São Carlos (CCA- UFSCar), buscando maneiras de integrar o cultivo de microalgas com usinas de açúcar e álcool.

“O cultivo de microalgas pode ser integrado a usinas de açúcar e álcool, com a utilização de subprodutos da produção do etanol, como a vinhaça. Esta integração permite a economia de insumos fósseis para a produção de biodiesel de microalgas”, destaca Reinaldo Bastos, professor do Centro de Ciências Agrárias, da Universidade Federal de São Carlos.

A biomassa bruta originada nos cultivos de microalgas pode ser utilizada como substrato para biodigestores gerando biogás e biofertilizantes ou na alimentação animal, já que o material contém proteínas, explicou Sérgio Goldemberg, gerente técnico da Algae Biotecnologia.

Esses microorganismos também podem ser usados no tratamento de águas residuais de processos industriais, como a desintoxicação biológica e remoção de metais pesados.

“O cultivo de microalgas integrado às Estações de Tratamento de Efluentes ajuda na despoluição”, afirmou o pesquisador Paulo Vagner dos Santos, da Universidade de São Paulo (USP).

A Algae Biotecnologia nasceu em 2007 e participou do Programa New Ventures, do World Resources Institute em conjunto com a Fundação Getúlio Vargas, que possibilitou a sua fusão ao Grupo EcoGeo.

Com a fusão, que aconteceu em 2009, a Algae Biotecnologia registrou um investimento de R$6 milhões, sendo que desse montante 20% foram recursos da própria empresa, 40% do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e os outros 40% da Agência Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

1° Seminário Microalgas

O 1° Seminário Microalgas teve como propósito reunir pesquisadores e divulgar as possibilidades tecnológica

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RECICLAGEM - COLETA ÓLEO DE FRITURA E MINHOCAS NO DF - BRASIL

MINHOCASA [Lixo Orgânico / Sistemas]: SHIS QL 28 conj. 06 casa 02 CEP: 71665-265 - Lagao Sul / Brasília (DF) >< Tel. (61) 9966-8967 (61) 9966-8967

ATIVIDADES: O sistema Minhocasa de minhocultura é um sistema vivo balanceado, auto-regulável e sem mau cheiro projetado para ajudar as pessoas a reduzirem, reutilizarem e reciclarem o seu lixo orgânico no local aonde este é gerado. >< www.minhocasa.com

- : ECOLIMP [Óleo Vegetal]: Avenida Buriti Quadra 404 Lote 04 / Recanto das Emas (DF) >< Tel. (61) 3333-3591 (61) 3333-3591

www.ecolimpdf.com.br

ATIVIDADES: A Ecolimp faz a coleta e recicla o óleo vegetal usado. Trabalha na sua purificação e envia para setores da indústria que utilizam uma série de recursos e tecnologias para transformar resíduos em matéria prima.

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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Buscan optimizar el proceso de transformación del aceite de cocina usado en biocombustible

Investigadores del Departamento de Ingeniería Química y Textil de la Universidad de Salamanca usan por primera vez enzimas como catalizadores

José Pichel Andrés/DICYT Un equipo de investigación del Departamento de Ingeniería Química y Textil de la Universidad de Salamanca trabaja en la transformación de aceites vegetales en biocombustibles. En concreto, en la actualidad desarrollan un nuevo sistema para que el aceite de cocina usado se convierta en biodiésel. La propuesta, que sale un trabajo de investigación conjunto con la Universidad de Vigo, propone por primera vez usar enzimas como catalizadores del proceso de transformación.



El proyecto tiene varios fines y uno de los más importantes es contribuir a “buscar una alternativa a los combustibles fósiles, porque se están acabando y contaminan mucho, debido a que contienen mucho azufre”. Además, “queremos eliminar el problema que supone el vertido de un residuo tan tóxico como el aceite”, apunta María del Carmen Márquez Moreno. En este momento, sólo el 20% del aceite usado se está recuperando, lo que quiere decir se vierten al medio ambiente millones de toneladas. Y todo ello a pesar de que el aceite de cocina “es más fácil de transformar”, asegura la experta, “porque el resto de los aceites están más degradados y llevan más impurezas, incluidos metales”.



Para la transformación en biocombustible, los científicos salmantinos proponen un tratamiento que utiliza como catalizador las enzimas, “porque nos permite trabajar en unas condiciones menos drásticas de operación y el producto se obtiene más limpio”, afirma.



El proceso de transformación consiste en hacer reaccionar el aceite con un alcohol en presencia de un catalizador. Los catalizadores que se venían usando hasta ahora eran bases como el hidróxido sódico (NaOH). El problema que tiene esto es que, “además de que las condiciones de operación son más drásticas, si hay agua se produce jabón”, explica Márquez Moreno. En esta operación, se obtienen biodiésel y glicerina, “pero este producto va a salir contaminado con hidróxido sódico y jabón, y el proceso de separación y limpieza es complicado”. Sin embargo, con las enzimas el proceso es más económico, porque las condiciones de operación son más bajas, menor temperatura y presión, y el producto no sale contaminado, por lo que la separación es más fácil.



Ventajas



Además, hay que tener en cuenta que el biodiésel realizado a partir de aceites usados presenta ciertas ventajas frente al que se puede obtener directamente, como el hecho de no tener que transformar el paisaje agrícola realizando nuevas plantaciones o provocando una subida de precios de un determinado producto alimenticio porque se le vaya a dar un uso nuevo que provoque su escasez en el mercado.



El trabajo de los científicos se centra en ir modificando las condiciones para optimizar el proceso. Aunque los objetivos de buscar una vía para la eliminación de residuos y sustituir los combustibles fósiles son compartidos por muchos investigadores, la mayoría de los proyectos se localizan fuera de España y en la mayoría de los casos, usan aceites limpios. “Algunos usan aceites usados y como catalizador el hidróxido sódico o similares, mientras que otros investigan con aceites limpios y enzimas, pero lo novedoso es apostar por el aceite usado y las enzimas, sobre todo, porque los aceites usados “tienen características diferentes, proceso de calentamiento, sus estructuras cambian y tienen suciedad”.



Las nuevas normal exigen soluciones para el aceite

Los investigadores de la Universidad de Salamanca se han aliado con otro proyecto innovador salmantino: la cooperativa Porsiete, que se dedica a recoger aceite de cocina usado. De hecho, cualquier proyecto en este sentido tiene a la legislación de su parte, puesto que el contenido en azufre de los combustibles tiene que reducirse a 10 partes por millón (ppm), 35 veces menos que hace pocos años. “Esto lo conse

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domingo, 1 de agosto de 2010

Proprietários de terra de 92 municípios do Rio de Janeiro podem participar do Programa de Incentivo às RPPNs da Mata Atlântica

Oportunidades

No estado são 90 reservas apoiadas pelo Programa, que acaba de abrir inscrições para o IX edital.

O Programa de Incentivo às Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN) da Mata Atlântica, coordenado pelas ONGs Conservação Internacional, Fundação SOS Mata Atlântica e The Nature Conservancy (TNC), está com inscrições abertas para seu IX Edital de Projetos até o dia 31 de agosto (data da postagem no correio). Um total de R$ 350 mil será destinado ao apoio de criação de RPPNs e à elaboração de planos de manejo. Proprietários de terra de toda a Mata Atlântica e ONGs podem participar da seleção. A iniciativa visa contribuir para o aumento da área protegida da floresta, fortalecendo o Sistema Nacional de Unidades de Conservação, as RPPNs existentes e fomentando a criação de novas Reservas Particulares no Bioma.

Atualmente o Rio de Janeiro tem 97 RPPNs na Mata Atlântica apoiadas pelo Programa, sendo 90 em processo de criação e sete reservas apoiadas em gestão. “No IX Edital queremos colaborar com a criação de mais reservas no Rio de Janeiro, já que 80% do Bioma está em propriedades particulares. TaAmbém queremos colaborar com a gestão das RPPNs já existentes”, explica Mariana Machado, coordenadora do Programa.

O IX Edital conta com recursos do Bradesco Capitalização e do projeto Proteção da Mata Atlântica II, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), em parceria com o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), por meio do AFCoF II (sigla em inglês para Fundo de Conservação da Mata Atlântica), co-financiado pela Alemanha através de seu Banco de Desenvolvimento (KfW). “As RPPNs contribuem diretamente para o aumento da área protegida e são fundamentais para a conservação de espécies ameaçadas e de importantes trechos de Mata Atlântica, aumentando a conectividade da paisagem”, afirma Mariana Machado, coordenadora do Programa, que também conta com o patrocínio do Bradesco Cartões, da Fundação Toyota do Brasil e do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, na sigla em inglês).

O Brasil tem 930 reservas particulares que abrigam uma área de 670 mil hectares, sendo 67% delas na Mata Atlântica, protegendo 130 mil hectares. Até hoje o Programa de Incentivo às RPPNs já colaborou com a criação e gestão de mais de 450 reservas consolidando a proteção de 43 mil hectares no Bioma, entre as reservas apoiadas em criação no Rio de Janeiro estão a RPPN Estações 4x4, em Engenheiro Paulo Frontin; a RPPN dos Aymorés e a RPPN Sítio Peito de Pomba, em Macaé; a RPPN Madeleine Colaço, em Maricá; a RPPN Terra Verde, em Paracambi; a RPPN Dois Peões, em Resende e as RPPNs Chácara Bela Vista, Fazenda Glória e Fazenda Minas Gerais, em Santa Maria Madalena. A RPPN Fazenda São Benedito, em Rio Claro, elaborou seu plano de manejo com o apoio do Programa.

Neste edital, os projetos de criação receberão até R$ 10 mil por RPPN e as propostas para elaboração de plano de manejo até R$ 30 mil. Para ambos os casos, podem ser proponentes pessoas físicas ou jurídicas, que sejam os proprietários das áreas, assim como seus representantes (pesquisadores, técnicos, consultores, ONG, OSCIP, empresa etc.).

As Inscrições feitas por terceiros deverão apresentar cópia do instrumento de acordo formal entre as partes. As propriedades devem estar localizadas dentro dos limites da Mata Atlântica definidos pela legislação vigente, que hoje conta com mais de três mil municípios, em 17 estados.


As RPPNs possuem um papel fundamental na conservação da biodiversidade in situ. Essa importância é comprovada por um estudo elaborado recentemente pelo Programa com o objetivo de verificar o impacto e a contribuição que as RPPNs oferecem para a conservação das espécies da Mata Atlântica. Foram analisadas 127 reservas, de 88 municípios de todos os Estados do Bioma, totalizando uma área de 58 mil hectares. Entre elas 18 são do Rio de Janeiro, que possuem 17 estudos realizados. A pesquisa mostra

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Supermercado reutiliza óleo de fritura para gerar energia

Com foco na preservação ambiental, a rede Carrefour deu início a um programa de reaproveitamento do óleo utilizado para frituras, que é aplicado para o funcionamento de geradores de energia. A medida começou em outubro de 2009 e foi trazida para Mogi Mirim em março deste ano.


A ideia do projeto é fazer com que a população deposite em pontos de arrecadação de entrada da loja o óleo para reaproveitamento. O produto utilizado pelo estabelecimento, para fritar salgadinhos, por exemplo, também é reaproveitado. Este material posteriormente é recolhido por uma empresa especializada e transformado em biodiesel.

O combustível então é utilizado nos geradores das lojas Carrefour, ligados em momentos de pico de consumo de energia e também repassado à um fornecedor de frutas.

Segundo o Gestor de Produtos Perecíveis, Gerard Antonius Eysink, o produtor que é beneficiado pelo biodiesel é de Mogi Mirim.

Eysink explicou que quando ocorre o repasse do produto uma conta é feita para verificar quanto o fornecedor iria gastar caso fosse adquirir o diesel comum em postos de combustível. O valor é calculado e o produtor, que por sua vez mantém um convênio com a entidade Alma Mater, faz doações para a instituição.

Ele comenta que o fornecedor de frutas verifica quais materiais estão em falta na Alma Mater, os adquire e envia para a entidade, utilizando o valor integral que gastaria em diesel. Nos geradores, o Gerente explicou que não foi possível calcular a economia proporcionada pelo sistema de biodiesel, uma vez que o produto ainda precisa ser misturado com o diesel comum.

Segundo ele, a intenção é de no futuro os geradores passem a funcionar integralmente com o combustível ecológico e, então, novas utilizações para o produto devem ser planejadas.

MOGI MIRIM

Eysink comentou que na implantação do programa um total entre 50 e 70 litros de óleo de fritura são arrecadados mensalmente. Em Mogi Mirim, que recebeu a iniciativa em março, no mês de junho este total já atingiu 150 litros. “Em menos de meio ano já triplicou”, comentou.
O bom resultado ele credita a consciência ambiental da população da cidade. “Foi uma surpresa”, afirmou.

No mês de setembro o gerente explicou que um programa de ampla divulgação do serviço de coleta de óleo deve ser realizado na cidade. O trabalho deve acontecer no interior da prova em escolas e residências. Com isso, ele estima que a coleta de óleo na cidade pode atingir cerca de 300 litros.

Segundo comentou Eysink qualquer pessoa pode depositar contribuir para o programa de coleta de óleo do Carrefour, mesmo que não sejam clientes. Para isto, basta levar o óleo a ser reaproveitado em qualquer recipiente e depositá-lo no local indicado, que fica na entrada loja.

FONTE: A Comarca

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